segunda-feira, 27 de maio de 2013

Tudo que é humano não me é estranho

"Somente quem se sabe mortal e finito, sem a crença bufa na imortalidade, pode permitir-se a existência acidentada do desejo, sem ser tomado pelo terror e pelo horror da morte. Isto porque reconhece que a morte está lá, desde sempre, revelando-se pelo desamparo, em estado nascente. Por isso mesmo, pode assumir para sua existência, de maneira plena e encarnada, o verso de Terêncio que diz que tudo que é humano não me é estranho" (Joel Birman)

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