“ Se eu pudesse escolher livremente aquilo em que acredito...
Preferiria acreditar que a Terra é o centro do universo, e não uma parte insignificante dele; preferiria acreditar na existência de alguma forma de providência que zelasse pelos nosso destinos pessoais e coletivos; preferiria acreditar na perenidade da alma após a morte e na recompensa dos justos e na punição dos atrozes; acreditaria que basta crer na minha liberdade de escolha para que ela de fato exista… E não obstante – será preciso dizer? – não creio. – A lista poderia seguir, mas nada acresecentaria. O fato capital é simples: querer acreditar não basta. Há uma fenda que separa aquilo em que se pode acreditar – o domínio do crível – e aquilo que se tem vontade de acreditar, ou seja, aquilo que se acreditaria, com sinceridade, alegria e boa-fé, se fosse possível. Por mais que isso fira o nosso conforto espiritual ou mortifique as pretensões humanas, o desejo de acreditar não pode subjugar o impulso de investigar e descobrir.” (EDUARDO GIANNETTI - A ILUSÃO DA ALMA)
Essa frase me faz pensar que não dá mais pra acreditar novamente em certas idéias que antes faziam sentido... Me desculpem os que pretendem me subverter a dogmas religiosos e utopias sobre os seres humanos... Parece haver uma fenda mesmo que separa tudo isso... Não há mais volta!!!!Não creio!
Essa frase me faz pensar que não dá mais pra acreditar novamente em certas idéias que antes faziam sentido... Me desculpem os que pretendem me subverter a dogmas religiosos e utopias sobre os seres humanos... Parece haver uma fenda mesmo que separa tudo isso... Não há mais volta!!!!Não creio!
"Para mim, o ateísmo não é nem uma conseqüência, nem mesmo um fato novo: existe comigo por instinto. Sou bastante curioso, suficientemente incrédulo, demasiado insolente para contentar-me com uma resposta tão grosseira. Deus é uma resposta rude, uma indelicadeza contra nós pensadores; antes, dizendo-se a verdade, não é senão um tosco empecilho contra nós mesmos"
